TERAPIAS E CUIDADOS À PACIENTES COM DIABETES TIPO 1 E TIPO 2 EM BOA VISTA - RORAIMA
Palavras-chave:
Diabete; Prevenção; TratamentoResumo
O diabetes é uma doença metabólica crônica associada ao aumento da mortalidade e ao risco de complicações micro e macro vasculares, podendo causar cegueira, insuficiência renal e amputações. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o diabetes em vários tipos, sendo o Tipo 1 (DM1) e o Tipo 2 (DM 2) os mais comuns. Este estudo apresenta resultados parciais de um Trabalho de Conclusão de Curso II que está em andamento, cujo objetivo é apresentar as terapias atuais utilizadas no tratamento do DM1 e DM2 em Boa Vista – Roraima, destacando seus principais aspectos clínicos e terapêuticos. O estudo está sendo conduzido em formato qualitativo. O público-alvo são os pacientes suspeitos e/ou diagnosticados com Diabetes Mellitus Tipo 1 e 2 atendidos pelo Hospital Coronel Mota na cidade Boa vista – RR, uma das principais unidades de saúde do estado, oferecendo atendimento ambulatorial especializado em diversas áreas médicas. Este estudo foi dividido em quatro etapas que incluiu a submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos; aplicação de questionários estruturados aos profissionais médicos e nutricionistas; aplicação de questionários estruturados aos pacientes atendidos pelo Hospital Coronel Mota no município de Boa Vista-Roraima e revisão bibliográfica baseado nos últimos cinco anos de 2020 a 2025. O levantamento bibliográfico foi baseado em trabalhos escritos em língua portuguesa, e que atendessem ao tema da pesquisa. A busca se deu nas bases Scielo e Google Acadêmico. Foram encontrados até o momento15 artigos que tratam sobre o DM1 e DM2, deste, 5 foram utilizados na pesquisa. Os resultados parciais obtidos na revisão indicam que a adesão rigorosa ao tratamento prescrito, aliada ao acompanhamento médico contínuo e multidisciplinar, desempenha papel fundamental na prevenção de complicações agudas e crônicas do diabetes. Observa-se que as terapias farmacológicas atuais, especialmente aquelas baseadas em insulinas de ação prolongada e medicamentos hipoglicemiantes, têm demonstrado eficácia significativa no controle glicêmico e na redução dos riscos associados à doença. Além disso, intervenções não farmacológicas, como programas estruturados de educação em saúde, mudanças no estilo de vida e suporte psicológico, têm contribuído de forma expressiva para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.