AÇÃO ANTIOXIDANTE DE EXTRATOS DOS FRUTOS DE PALMEIRAS DA REGIÃO AMAZÔNICA NO BIODIESEL

Autores

  • Leylane da Silva Kozlowski Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)
  • Kércia Sabino de Macedo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)
  • Deysedy Thayna Mourão Borba Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)
  • Ronielly Barbosa Soares Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)
  • Romildo Nicolau Alves Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)
  • Guilherme José Turcatel Alves Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)

Palavras-chave:

Biocombustível, TBHQ, Antioxidante, Arecaceae

Resumo

Com a introdução dos biocombustíveis na matriz energética foi necessário o desenvolvimento de novas técnicas para obtenção destes. Atualmente, 11% de biodiesel é adicionado ao diesel de petróleo e a maior fonte de matéria prima para produção desse biocombustível é a semente de soja. Após a produção, o biodiesel é facilmente degradado e oxidado causando um inconveniente para o armazenamento e transporte. Para conter parte do processo de oxidação são inseridos diferentes aditivos, de maneira que não modifiquem as características físico-químicas do biocombustível. Esses aditivos contêm antioxidantes que, em sua maioria, são de origem sintética com custo relativamente elevado, além da sua produção que envolve fatores ambientais por serem utilizados reagentes químicos agressivos. Neste trabalho, foi estudado a ação antioxidante dos extratos dos frutos das palmeiras de tucumã (Astrocaryum aculeatum), bacaba (Oenocarpus bacaba) e inajá (Attalea maripa) como aditivos no biodiesel de soja. A partir das análises de estabilidade oxidativa, índice de acidez, teor de umidade, ponto de fulgor e massa específica, verificou-se que o extrato de tucumã adicionado na etapa inicial da produção do biodiesel, é promissor para essa utilização. As observações das análises, também mostraram que o biocombustível produzido e aditivado, manteve as propriedades que garantem a qualidade, fator que é imprescindível para a comercialização do produto na área bioenergética, sendo registrado como um modelo de utilidade.

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Publicado

2019-12-26